Somos
todos iguais na forma de sentir, na forma de desejar, de temer... Somos todos
iguais, mas tendemos em querer ser diferentes, ser mais fortes. Nesse processo,
muitas vezes deixamos de ouvir a nossa voz interna que nos diz o que estamos a
sentir...
Tenho
reparado que a minha escrita é na sua grande maioria sobre Amor, mas também
reparo que muitas vezes tento escrever algo diferente e descubro que
sem amor não tenho inspiração. Não preciso escrever diferente, apenas preciso ser fiel ao que existe dentro de mim e me torna pessoa. E por isso, o texto
de hoje é sobre o que me move: o Amor!
Muitos de
vós, sabem o quanto adoro animais, o quanto os defendo e admiro pela sua forma
incondicional de amar e, muitos até sabem que sou perdidamente “apaixonada”
pelo meu Nico [o gato mais amado do mundo]. Ontem, após um fim-de-semana
repleto de mimos do Nico, dei por mim a reparar num comportamento recorrente
para com ele. Peguei-o ao colo, abafei-o de beijinhos e no fim verbalizei: "Amo-te tanto meu gatinho". E quando o coloquei no chão, já quase a levar uma das
suas dentadinhas [ele não gosta muito destas meiguices, mas eu insisto sempre]
tomei consciência de como aquilo me sai espontaneamente e com enorme
naturalidade e emoção, mas também reparei como não digo a algumas pessoas o
quanto as amo...
E tu? Acontece-te
deixar o tempo passar sem dizer o quanto aquela pessoa é importante para ti?
Não
o faças mais...
Venho hoje pedir-vos que digam o que sentem pelos que vos são próximos!
A
vida é o agora. Não sabes se amanhã terás outra oportunidade para dizer algo.
Se sentes amor, diz!
Muitas
vezes apenas percebemos a verdadeira urgência de dizer “Amo-te” quando já não
existe essa possibilidade. Quando a outra pessoa já partiu, e aí, não há
formula que possibilite que nos ouçam.
Diz
o que sentes!!!
Usa
e abusa das palavras:
Gosto de ti!
Admiro-te!
Quero-te bem!
As palavras servem para dar significado ao que sentimos!
Sentes amor? Expressa-o com um: AMO-TE!
Um abraço,
Débora Água-Doce