12/10/15

Perdoar... Por Amor!

No Amor, nas relações... Por si, pelo seu bem-estar e dos outros: Perdoe.
Por vezes ficamos tão centrados na nossa razão e focados na discussão/conflito que esquecemos que é a relação que sofre. Perdoar significa compreendermos as duas partes e aceitar as imperfeições de ambos.


“O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.
O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo, uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê há muito tempo). Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar.
O perdão é o ato de se desprender do ressentimento. Vem do coração, é sincero, generoso e não fere o amor próprio do ofensor Não impõe condições humilhantes, nem é motivado por orgulho ou ostentação.”
Origem: Wikipédia





Perdoar é promover o desenvolvimento pessoal!
Perdoar é  a possibilidade de viver em relação.

O perdão nem sempre é fácil, contudo, permite-nos reconstruir relações. Saber perdoar a nós próprios e a quem nos magoou é um ato necessário para nos libertarmos de rancores, evitar a psicossomática e avançar com a nossa vida.
Perdoar não significa aceitar tudo. Perdoar não é ser condescendente. É libertar-se do seu sentimento de mágoa para com o outro e/ou relativamente a si próprio. Em algumas fases da nossa vida deparamo-nos com situações que nos maldizem e magoam, em maior ou menor escala, e, portanto, esta capacidade de perdoar é essencial.


Não perdoar é alimentar o ressentimento!

O ressentimento desgasta-nos física e emocionalmente. O ressentimento, para além de ser extenuante, é um sentimento que leva à depressão, ansiedade e perturbações da ansiedade, alterações no sistema imunitário, dificuldades cardíacas e outros problemas físicos relacionados com o nível de stress do nosso organismo.
A pessoa ressentida sente necessidade de alimentar a dor, reforçando a posição de injustiçada, contudo, esses sentimentos negativos estão fortemente relacionados com a psicossomática, colaborando para o aparecimento de sintomas físicos e até de doenças graves.


“Perdoar significa deixar ir o passado” (Gerald Jampolsky).

Existem situações que nos magoam de determinada forma, em que é bastante difícil “esquecer” o que nos magoou e, muitas vezes recordamos uma e outra vez essa dor.
Contudo, esse recordar não acrescenta nada de positivo à nossa vida, apenas nos impede de avançar.
Quando um casal fica magoado e não consegue perdoar, dificilmente avança funcionalmente. Neste sentido, perdoar o que aconteceu será a melhor forma de seguir numa direção positiva e ultrapassar a situação, caso seja esse o desejo de ambos.


“Aquele que é desprovido da capacidade de perdoar é desprovido da capacidade de amar. Há algo de bom nos piores de nós e algo de mau nos melhores de nós. Quando descobrimos isso, somos menos propensos a odiar os nossos inimigos” (Martin Luther King).

Quando temos esta capacidade de perdoar, quando assumimos esta decisão de perdoar, em vez de ficarmos absortos na dor e no rancor, estamos com certeza a caminhar no sentido de voltar a amar e de encontrar esse amor dentro de nós e para com os outros.
“Desculpa” “Desculpo”!
Voltar a ter a capacidade de perdoar, aceitar e seguir em frente, é voltar a amar!
No Amor... Conjuga-se o verbo Perdoar!



Débora Água-Doce
SHARE:

09/09/15

Um dia vais renascer!




Um dia acordas e o teu mundo está um caos e nada fizeste para que isso acontecesse.
Um dia percebes que nem tudo é controlável por ti nem depende das tuas escolhas!
Um dia vais dormir com a sensação de que preferias não acordar pois a dor do dia-a-dia impede-te de acreditar num amanhã.
Um dia choras!
Outro dia choras...
Mas há um dia, em que a dor é tão grande que tentas mudá-la!
Um dia vais lutar por um novo sorriso!
Um dia vais sorrir!
Um dia vais acordar e sentir: que bom continuar a viver!
A vida é um carrossel de emoções!
Não desistas de viver!
Um dia vais renascer!

Débora Água-Doce
SHARE:

05/09/15

Trazes a tua vida numa mala?






Angustia... Tristeza...
Emoções que sufocam, despontam a cada foto publicada sobre os refugiados.
Pessoas desesperadas. Famílias separadas!
Lares destruídos!
Olhares perdidos...
Fogem!
Procuram uma “luz” de esperança num amanhã de novas possibilidades de vida.
Trazem uma dor enorme e um medo da morte que os persegue a cada “passo”.
Expulsos!
Obrigados a deixar para trás o que construíram ao longo da vida.

Tantas vidas destroçadas... Tantas vidas perdidas!

Momentos de desespero!
Momentos de reflexão...
É nestes momentos que somos testados, é nestes momentos que a solidariedade emerge de cada um de nós.
A empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, o sentirmos que são tão pessoas como nós, impele-nos a agir.
Somos solidários!
Mobilizamo-nos em uníssono no mesmo sentido.
E não deveria ser sempre assim?

E o teu vizinho, o Sr. João que após comprar os medicamentos fica sem dinheiro para comer?
A dona Maria que dorme todos os dias perto da tua porta?
O Sr. Manel que está à tua frente na fila do supermercado e não tem dinheiro para levar as compras todas, que são apenas pão, ovos e leite?
Pode a solidariedade chegar a estas pessoas?
A solidariedade pode e deve ser transportada também para casos de menor dimensão, mas de igual necessidade.
Somos todos humanos. Nenhum de nós pediu para nascer. Nenhum de nós escolheu em que família ou País nascer... Mas somos todos pessoas!
Existe em cada uma de nós a capacidade de sermos solidários! 

E se amanhã a tua vida passasse a caber numa mala?

Deixo-vos o link do guia prático onde cada um de nós pode fazer a diferença na ajuda aos refugiados http://observador.pt/2015/09/03/guia-pratico-para-cada-um-fazer-a-diferenca-na-ajuda-aos-refugiados/ e a PAR (Plataforma de Apoio aos Refugiados) 




Débora Água-Doce
SHARE:

02/09/15

Viva o momento presente!


SHARE:

"A Senhora Dança?"





“Há pessoas que apesar das adversidades de vida olham em diante com energia e esperança.
Perderam filhos, maridos, mudaram de rumo, profissão e amigos e hoje, simplesmente, tentam ser felizes. Não se resignam a olhar as fotos a preto e branco do passado ou a uma tarde sentadas no sofá.”

“A Senhora Dança? ” é uma grande reportagem da jornalista Catarina Canelas, com imagem de Pedro Batista e edição de Miguel Freitas, que passou na TVI e contou com a minha presença, na qualidade de Psicóloga Clinica, para comentar o tema da Solidão.

Deixo-lhe o link para que possa assistir! (reportagem a partir do min13 e a minha participação a partir do min22)



SHARE:

18/08/15

O antes e o depois do Amor



O amor, tem poderes que jamais entenderemos!
O amor, quando acontece, transforma-nos!
O amor, quando acontece, torna-nos especiais! Conseguimos ser ainda melhores do que sempre fomos! Sorrimos “por tudo e por nada”, suspiramos com o olhar, o toque... o pensar...
O amor quando acontece, torna-nos mais felizes! Mais bonitos! Mais e mais e mais... Torna-nos tanto...

O amor, quando desaparece, leva-nos tudo. Derruba-nos. Rouba-nos os sonhos. Leva-nos a luz do sol e faz-nos cair no chão... Num chão frio onde só vemos escuridão.
O amor, quando desaparece, transforma-nos!
O amor, quando desaparece, faz de nós um continuo de tristeza!
O amor, quando desaparece, rouba-nos a vontade de fazer o que sempre gostámos!

O amor, quando acontece e quando desaparece, é semelhante na sua capacidade de nos transformar! É semelhante na sua imensidão de sentires!
Talvez esta seja a sua maior característica no antes e no depois: urgência de (sobre)viver!
O amor, rouba-nos a “vida”... Manipula-nos! E nós deixamos...


Débora Água-Doce
SHARE:

30/07/15

© A Psicóloga que também é Blogger . All rights reserved.