Angustia...
Tristeza...
Emoções
que sufocam, despontam a cada foto publicada sobre os refugiados.
Pessoas
desesperadas. Famílias separadas!
Lares
destruídos!
Olhares
perdidos...
Fogem!
Procuram
uma “luz” de esperança num amanhã de novas possibilidades de vida.
Trazem
uma dor enorme e um medo da morte que os persegue a cada “passo”.
Expulsos!
Obrigados
a deixar para trás o que construíram ao longo da vida.
Tantas
vidas destroçadas... Tantas vidas perdidas!
Momentos
de desespero!
Momentos
de reflexão...
É
nestes momentos que somos testados, é nestes momentos que a solidariedade
emerge de cada um de nós.
A
empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, o sentirmos que são
tão pessoas como nós, impele-nos a agir.
Somos
solidários!
Mobilizamo-nos
em uníssono no mesmo sentido.
E não
deveria ser sempre assim?
E o teu vizinho, o Sr. João que após comprar os medicamentos fica sem dinheiro para comer?
A dona Maria que dorme todos os dias perto da tua porta?
O
Sr. Manel que está à tua frente na fila do supermercado e não tem dinheiro para
levar as compras todas, que são apenas pão, ovos e leite?
Pode
a solidariedade chegar a estas pessoas?
A
solidariedade pode e deve ser transportada também para casos de menor dimensão,
mas de igual necessidade.
Somos
todos humanos. Nenhum de nós pediu para nascer. Nenhum de nós escolheu em que
família ou País nascer... Mas somos todos pessoas!
Existe em cada uma de nós a capacidade de sermos solidários!
E se amanhã a tua vida passasse a caber numa mala?
Deixo-vos o link do guia prático onde cada um de nós pode fazer
a diferença na ajuda aos refugiados http://observador.pt/2015/09/03/guia-pratico-para-cada-um-fazer-a-diferenca-na-ajuda-aos-refugiados/ e a PAR (Plataforma de Apoio aos Refugiados)
Débora Água-Doce






