07/10/14

Os homens também sofrem!




Luis, homem de 36 anos, vive uma relação há 10 e dela nasceu o João de 8 anos! Luis é um homem inseguro e carente.
Dedicou os últimos 10 anos à mulher, abdicando totalmente de si e esquecendo quem realmente é!
Deixou de jogar futebol para poder estar sempre em casa...
Deixou de sair com os amigos para poder estar sempre com a mulher...
Deixou de investir na sua carreira, pois essa tirava-lhe tempo que podia dedicar à família...
Deixou de cuidar da sua imagem pois era dinheiro que poupava para a educação do seu filho...
Deixou de estar com a sua família pois assim podia estar com a família da mulher...
Deixou de sorrir e percebeu que deixou de ser o Luis!

Insegurança e carência não são apenas emoções de mulher, o homem também experiencia estas emoções e sofre...
Luis tem uma imagem muito negativa sobre si próprio, é um homem com baixa autoestima e com um medo enorme de ficar sozinho!
Está numa relação em que não é feliz, mas que lhe dá uma falsa ilusão de segurança. Pensa que o seu lugar é ao lado desta mulher e do seu filho e por isso está empenhado em continuar a abdicar de si. Até as consultas parecem não ser investidas, são passadas muitas vezes a partilhar as surpresas que fez e vai fazer à sua esposa, colocando mais uma vez a tónica no outro e não em si!

Os homens também sofrem!
Os homens também são inseguros!
Os homens também se submetem por (des)amor!
Os homens também choram!
Os homens também se esquecem de si!
Os homens também têm medo!
Os homens também sonham... COM UM CONTO DE FADAS!

Os homens também podem mudar!
Os homens podem amar-se e amar o outro!!!
Os homens também sofrem...



- Débora Água-Doce -
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04/10/14

Que mãe é esta? (Má) Mãe!




Que mãe é esta?

Que mãe é esta que se valoriza comparando-se com a filha, depreciando esta?
Que mãe é esta que não protege?
Que mãe é esta que diz  “os outros são sempre melhores”?
Que mãe é esta que compete?
Que mãe é esta que não dá colo?
Que mãe é esta que não abraça?
Que mãe é esta que não se preocupa?

Que mãe é esta?

Que mãe é esta que promove a baixa autoestima do ser que gerou?
Que mãe é esta que promove o sentimento de incapacidade?
Que mãe é esta que boicota?
Que mãe é esta que não “dá asas”?
Que mãe é esta que não sabe amar?

Que mãe é esta?

É a mãe que consegue ser...
É a mãe que não teve uma “mãe”...
É a mãe que apendeu a ser assim...
É a mãe que te gerou...
É a mãe que pensa que te ama, mas não te aprecia...
É a mãe que não se ama e não sabe amar...

Que mãe é esta?

É a mãe que não te faz feliz!
É a mãe que não é feliz!




- Débora Água-Doce -
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03/10/14

Queria voltar a ser menina...




Queria voltar a brincar com as bonecas
Queria voltar a construir castelos
Queria voltar a criar contos de fadas
Queria voltar a ser princesa
Queria voltar a acreditar que um dia iria aparecer o meu príncipe...

Queria calçar as sapatilhas
Queria sair de bicicleta
Queria levar uma boneca
Queria voltar a sonhar!

Queria voltar a ser menina...
Mas... Quem não queria???
Nem que fosse por um dia, esquecer a vida real, voltar a inocência e ser feliz.
Mas... Será que não é possível???
Vista-se de “menina” e seja quem quiser! Brinque ao “faz de conta” e seja feliz por um momento.
É bom voltar a ter a inocência no olhar e os sonhos no pensamento.



- Débora Água-Doce -
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02/10/14

Hoje a vida é tua!



Hoje tens a oportunidade de ser!
Hoje tens a oportunidade de sonhar!
Hoje tens a oportunidade de sentir!
Hoje tens a oportunidade de viver!
Amanhã?
Amanhã não terás a oportunidade de "hoje"!
Amanhã... O amanhã poderá não existir!
Hoje... A vida é tua!
Amanhã... Não sabes.

- Débora Água-Doce -
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30/09/14

Recomeça...




“Tenho medo...”
“E se correr mal?”
“E se não der certo, recomeço outra vez?”
“Tenho vergonha...”
“Falhei outra vez...”
“Enganei-me.”
“Porquê recomeçar?”

“Quantas vezes é preciso recomeçar?” – perguntou-me um paciente.
“As que forem necessárias” – Respondi.


Os recomeços nem sempre são fáceis, normalmente trazem com eles o peso da mudança! Digo “peso” pois todos nós temos resistência à mudança, pelo desconhecido e pelo medo que ela traz consigo!
Mudar significa sair da zona de conforto, significa arriscar um novo sorriso, um novo sonho...
Se algo não está bem na nossa vida, se algo nos inquieta constantemente, se algo nos entristece uma e outra vez, é chegado o momento de parar!
Parar, escutar o nosso interior e olhar para o que nos rodeia e não prestamos atenção, tal é a nossa dificuldade em sair do “falso conforto”...

Mudemos de vida, as vezes que forem necessárias! A felicidade não é um estado, são momentos e esses momentos dependem das nossas decisões e atitudes.

Ninguém poderá escolher por si!
Ninguém viverá por si!
Ninguém o fará feliz!
Apenas depende de si, a sua felicidade...

QUANTAS VEZES PRECISO RECOMEÇAR?
AS QUE FOREM NECESSÁRIAS!



- Débora Água-Doce -
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22/09/14

Somos aquilo que nos fazem?




Sou metade menina, metade mulher!
Sou metade paixão, metade serenidade!
Sou metade doce, metade sal!
Sou metade quente, metade fria.
Sou metade calma, metade ansiosa.
Sou metade sol, metade chuva...
Sou metade eu, metade o que fizeram de mim!

Sou metade luz, metade escuro.
Sou metade sonho, metade real.
Sou metade pura, metade impura!
Sou metade a expectativa, metade o inesperado.
Sou metade perfeita, metade imperfeita!
Sou metade eu, metade o que fizeram de mim!

“Sou metade Amor e a outra metade também”!


- Débora Água-Doce -
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