04/10/14

Que mãe é esta? (Má) Mãe!




Que mãe é esta?

Que mãe é esta que se valoriza comparando-se com a filha, depreciando esta?
Que mãe é esta que não protege?
Que mãe é esta que diz  “os outros são sempre melhores”?
Que mãe é esta que compete?
Que mãe é esta que não dá colo?
Que mãe é esta que não abraça?
Que mãe é esta que não se preocupa?

Que mãe é esta?

Que mãe é esta que promove a baixa autoestima do ser que gerou?
Que mãe é esta que promove o sentimento de incapacidade?
Que mãe é esta que boicota?
Que mãe é esta que não “dá asas”?
Que mãe é esta que não sabe amar?

Que mãe é esta?

É a mãe que consegue ser...
É a mãe que não teve uma “mãe”...
É a mãe que apendeu a ser assim...
É a mãe que te gerou...
É a mãe que pensa que te ama, mas não te aprecia...
É a mãe que não se ama e não sabe amar...

Que mãe é esta?

É a mãe que não te faz feliz!
É a mãe que não é feliz!




- Débora Água-Doce -
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03/10/14

Queria voltar a ser menina...




Queria voltar a brincar com as bonecas
Queria voltar a construir castelos
Queria voltar a criar contos de fadas
Queria voltar a ser princesa
Queria voltar a acreditar que um dia iria aparecer o meu príncipe...

Queria calçar as sapatilhas
Queria sair de bicicleta
Queria levar uma boneca
Queria voltar a sonhar!

Queria voltar a ser menina...
Mas... Quem não queria???
Nem que fosse por um dia, esquecer a vida real, voltar a inocência e ser feliz.
Mas... Será que não é possível???
Vista-se de “menina” e seja quem quiser! Brinque ao “faz de conta” e seja feliz por um momento.
É bom voltar a ter a inocência no olhar e os sonhos no pensamento.



- Débora Água-Doce -
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02/10/14

Hoje a vida é tua!



Hoje tens a oportunidade de ser!
Hoje tens a oportunidade de sonhar!
Hoje tens a oportunidade de sentir!
Hoje tens a oportunidade de viver!
Amanhã?
Amanhã não terás a oportunidade de "hoje"!
Amanhã... O amanhã poderá não existir!
Hoje... A vida é tua!
Amanhã... Não sabes.

- Débora Água-Doce -
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30/09/14

Recomeça...




“Tenho medo...”
“E se correr mal?”
“E se não der certo, recomeço outra vez?”
“Tenho vergonha...”
“Falhei outra vez...”
“Enganei-me.”
“Porquê recomeçar?”

“Quantas vezes é preciso recomeçar?” – perguntou-me um paciente.
“As que forem necessárias” – Respondi.


Os recomeços nem sempre são fáceis, normalmente trazem com eles o peso da mudança! Digo “peso” pois todos nós temos resistência à mudança, pelo desconhecido e pelo medo que ela traz consigo!
Mudar significa sair da zona de conforto, significa arriscar um novo sorriso, um novo sonho...
Se algo não está bem na nossa vida, se algo nos inquieta constantemente, se algo nos entristece uma e outra vez, é chegado o momento de parar!
Parar, escutar o nosso interior e olhar para o que nos rodeia e não prestamos atenção, tal é a nossa dificuldade em sair do “falso conforto”...

Mudemos de vida, as vezes que forem necessárias! A felicidade não é um estado, são momentos e esses momentos dependem das nossas decisões e atitudes.

Ninguém poderá escolher por si!
Ninguém viverá por si!
Ninguém o fará feliz!
Apenas depende de si, a sua felicidade...

QUANTAS VEZES PRECISO RECOMEÇAR?
AS QUE FOREM NECESSÁRIAS!



- Débora Água-Doce -
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22/09/14

Somos aquilo que nos fazem?




Sou metade menina, metade mulher!
Sou metade paixão, metade serenidade!
Sou metade doce, metade sal!
Sou metade quente, metade fria.
Sou metade calma, metade ansiosa.
Sou metade sol, metade chuva...
Sou metade eu, metade o que fizeram de mim!

Sou metade luz, metade escuro.
Sou metade sonho, metade real.
Sou metade pura, metade impura!
Sou metade a expectativa, metade o inesperado.
Sou metade perfeita, metade imperfeita!
Sou metade eu, metade o que fizeram de mim!

“Sou metade Amor e a outra metade também”!


- Débora Água-Doce -
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19/09/14

Solteira aos 30...




"Quando era pequena, achava que uma mulher com 30 anos já era velha! Achava que com essa idade já não se tinham duvidas ou problemas...
Aos 30 imaginei que estaria casada e com filhos!
Aos 30 imaginei ser segura!
Aos 30 imaginei ter uma casa com piscina...
Aos 30 imaginei um Conto de Fadas.

Mas os 30, afinal, não são a espectativa de menina!
Ter 30 anos é ter idade de adulta e sonhos de menina.
É ter corpo de mulher e não ser mãe.
É ter duvidas e medos como em outra idade qualquer, apenas mudam os tipos de medos.
É continuar solteira apesar de comprometida.
É acordar com um sorriso e sair para trabalhar.

Ter 30 anos e ser solteira é algo que não se escolhe.
Acontece... Talvez pelas nossas escolhas anteriores...
Talvez por sonharmos o irreal...
Talvez por sermos meninas apesar de termos idade de mulher!

Ser solteira aos 30 até não é assim tão triste!
Existem outras coisas que nos completam... E agora haverá outra meta?
Sim!... Ser mãe antes dos 33.
Não ser mãe aos 33...
Talvez a próxima partilha daqui a 3 anos!"


Partilha de uma mulher de 30 anos!
Podia ser a sua partilha?
Tem 30 e sente algo semelhante?
Partilhe connosco!


- Débora Água-Doce -



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