“Basta um segundo para se ter uma paixão por alguém, e basta um dia
para gostar de alguém… Mas é necessária toda uma vida para amar alguém.”
Todos gostamos de estar
apaixonados… É uma sensação mágica! Tudo nos parece perfeito! Nada nos
incomoda… São extasiantes os dias passados a suspirar… As saudades… O cheiro… O
toque… O sorriso… O olhar…
Lembra-se desta sensação?
“Estou tão apaixonada… Não consigo pensar em mais nada… Acordo a pensar
em ti! Adormeço contigo no pensamento… Conto os minutos para te abraçar…
Basta-me ficar a sentir a tua respiração… O tempo pára… Nada mais importa…
Tantas borboletas...”
São emoções indiscritíveis…
Sensações inigualáveis!
Tantas coisas em comum! Um
sentimento tão forte… Tão lindo!
Mas… Será que vivemos em paixão
para o resto da vida?
O que acontece quando as
diferenças surgem?
O que fica quando a perfeição se
transforma em imperfeição?
O que acontece quando o “O Conto
de Fadas” não se concretiza?
Talvez lhe pareça estranho, mas o
“Conto de Fadas” é muito importante! Os nossos primeiros conceitos sobre
relações, amor e o “viveram felizes para sempre”, são fortemente influenciados
pelas histórias que lemos e pelos filmes a que assistimos. É certo, que não
estamos à espera do príncipe que aparece no cavalo branco, mas também é certo
que sonhamos que uma certa dose de magia acompanhe o nosso amor! Algo
semelhante ao que experienciamos na fase de enamoramento…
Quando o enamoramento passa, como
fazemos? O que fica? Acabou?
“Sinto diferente”… “Quero sentir
borboletas…”
Num relacionamento, após a fase
da paixão, devemos ver a magia da vida em cada dia… A magia da partilha e a
magia do cuidado com alguém…
Não nos devemos deixar levar
pelas expectativas de um conto de fadas, onde a história é unicamente sobre a
procura do amor e o resto da vida se resolve por si só.
Ame!!!
Ame, Mesmo…
“Enamora-se é amar as coincidências
E amar, enamorar-se das diferenças”
Débora Água-Doce

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