16/01/14

Quando a magia da maternidade se transforma num turbilhão de emoções dolorosas...




A depressão pós-parto pode acontecer a qualquer mulher. Não importa se tem um companheiro carinhoso ou não, se teve um parto fácil ou difícil ou se a gravidez foi cuidadosamente planeada ou se “aconteceu”.
O diagnóstico “depressão pós-parto” traz consigo uma carga emocional negativa e é visto como um estigma e juízo associado ao ser-se “má mãe”. Contudo, é importante lembrar que a gravidez é um processo de mudança na mulher! Mudança física e emocional! É um processo marcado por vulnerabilidade e pela perda inesperada de identidade “já não sou a Ana, sou a mãe da Maria” (sic)
Este estado depressivo pode tornar-se numa depressão com consequências bastante graves, quer para a mulher quer para quem a rodeia. Contudo, a depressão pós-parto na maioria das mães recentes é algo de passageiro, sem grandes consequências. No entanto, quanto mais depressa for detectada, mais depressa será tratada, diminuindo assim a gravidade das consequências.

Deixo-lhe aqui alguns dos sintomas que poderão estar associados a depressão pós-parto:

  •     Irritabilidade, crises de choro constantes
  •     Ansiedade
  •     Diminuição da energia
  •     Sensação de cansaço
  •     Sensação de vazio e de tristeza
  •     Baixa auto-estima
  •     Vontade de dormir muito ou de dormir muito pouco
  •     Sentimentos de culpa, incapacidade, pessimismo, sensação de inutilidade
  •     Perda de desejo sexual
  •     Perda de peso ou aumento de peso excessivo
  •     Dificuldade de concentração e falta de memória
  •     Dificuldade em tomar decisões

Se suspeitar que pode estar a sofrer de depressão pós-parto procure ajuda. A psicoterapia promove o bem-estar e o reencontro com a sua identidade!
Atreva-se a ser “a pessoa” que também é mãe e não apenas a “mãe”!

Débora Água-Doce

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30/12/13

Ano novo, vida nova!


No inicio do ano, fazem-se projectos e sonha-se com um futuro melhor. Um novo ano é sinónimo de resoluções e Janeiro representa a ideia de um reinício.

“Este ano vou deixar de fumar”. “Vou emagrecer”. “Vou inscrever-me no ginásio”. “Vou dedicar mais tempo à minha familia”.” Vou cuidar mais de mim”. “Vou fazer uma poupança”. “Vou fazer voluntariado”. “Vou adoptar um animal”. “Vou saltar de pára-quedas”...
São as principais resoluções de passagem de ano, motivadas pela necessidade de fugir à rotina, de querer sentir adrenalina por algo desconhecido e a esperança de que seja um ano risonho repleto de emoções!

Deixo-lhe algumas dicas para que os seus objectivos de ano novo se concretizem:
- Foque-se apenas em 2 ou 3 – Que objectivos podem introduzir alterações positivas na sua vida? Muitos projectos podem levar à dispersão, dificultando o enfoque de energia para o resultado final.
- Questione-se: Os meus objectivos são exequíveis? Ou demasiado ambiciosos? Se os objectivos forem desajustados aos recursos que dispõe, pode estar a entrar numa “ratoeira” que apenas conduzirá a frustração.
- Crie objectivos quantificáveis e concretos, estes garantem a manutenção da motivação e o alcance do sucesso.
- Estes objectivos, realmente são importantes para si? Existem motivos para os querer? São objectivos definidos por si ou formulados a partir do que os outros esperam de si? É muito difícil manter a motivação se não forem mesmo os seus objectivos.
- Elabore um plano para alcançar os seus objectivos, focando-se nas seguintes questões: O que preciso? Que contactos podem ser uteis? Quais são as pessoas que me poderão auxiliar?
- Se possível, divida o seu plano em etapas mais pequenas. É mais fácil cumprir pequenos passos e ir sentido pequenas vitoria, atribua a si mesmo uma pequena recompensa por cada fase que conseguir atingir, é alimento para a sua motivação. Estabeleça metas! Escolha datas para obtenção de resultados, sem datas atribuídas para cada pequena fase do seu plano, o ano acabará por passar e nada será alcançado…
- Comprometa-se consigo próprio – Faça um “contrato”! É importante que o seu plano exista em concreto, de outra forma corre o risco de com o tempo acabar por se esquecer daquilo a que se tinha proposto. Escreva-o e mantenha-o por perto, este exercício, aumenta o seu grau de compromisso.

E se mesmo assim não conseguir?
Não desista!
Reveja os seus objectivos. Eram realmente importantes para si?

Votos de um Bom Ano de 2014!

Débora Água-Doce

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10/12/13

Dia Internacional dos Direitos Humanos



"A expressão "direitos humanos" é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Esses direitos são considerados fundamentais porque sem eles a pessoa humana não consegue existir ou não é capaz de se desenvolver e de participar plenamente da vida. Todos os seres humanos devem ter asseguradas, desde o nascimento, as condições mínimas necessárias para se tornarem úteis à humanidade, como também devem ter a possibilidade de receber os benefícios que a vida em sociedade pode proporcionar. Esse conjunto de condições e de possibilidades associa as características naturais dos seres humanos, a capacidade natural de cada pessoa e os meios de que a pessoa pode valer-se como resultado da organização social. É a esse conjunto que se dá o nome de direitos humanos” (fonte http://www.oei.es/quipu/brasil/ec_direi.pdf)

Temos o direito de decidir ONDE viver.
Temos o direito de decidir COMO viver.
Temos o direito de decidir com O QUE viver.
Temos o direito, mas… Não podemos escolher onde nascer…!
Temos sim, o DEVER de promover os Direitos Humanos dos demais.

De entre os Direitos Humanos estão:
Igualdade?
Segurança?
Lar e Família?
Privacidade?
Vida Independente?
Trabalho?
Educação?
Saúde?
Acessibilidade?
Vida Politica?
Novas atitudes?
Cultura e desporto?

Tem a certeza?
Será?
E será que chega a todos?
Por que se fala de igualdade de direitos?
E as diferenças entre as pessoas e as culturas?
O que é a liberdade das pessoas?
O que pressupõe a dignidade da pessoa humana?

Deixe-nos a sua opinião!
Obrigada!

Débora Água-Doce
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25/11/13

O Mito do Amor Romântico






“O Mito do Amor Romântico” 
Por M. Scott Peck
“Para servir assim tão bem para nos apanhar no casamento, a experiência de se apaixonar tem provavelmente como uma das suas características a ilusão de que a experiência irá durar sempre. Esta ilusão é fomentada na nossa cultura pelo mito vulgarmente cultivado do amor romântico, que tem as suas origens nas nossas histórias infantis favoritas, em que o príncipe e a princesa, uma vez unidos, vivem felizes para sempre. O mito do amor romântico diz-nos, com efeito, que para cada rapaz no mundo há uma rapariga que “foi feita para ele” e vice-versa. Além disso, o mito implica que há um só homem destinado a uma mulher e uma só mulher para um homem e que isso foi predeterminado “nas estrelas”.
Quando conhecemos a pessoa a quem estamos destinados, o reconhecimento advém do facto de nos apaixonarmos. Encontrámos a pessoa a quem os céus nos tinham destinado, e uma vez que a união é perfeita, seremos capazes de satisfazer as necessidades um do outro para sempre, e portanto viver felizes para sempre em perfeita união e harmonia. Se acontecer, no entanto, não satisfazermos ou não irmos de encontro a todas as necessidades um do outro surgem atritos e desapaixonamo-nos. Está claro que cometemos um erro terrível, interpretámos as estrelas erradamente, não nos entendemos com o nosso único par perfeito, o que pensámos ser amor não era amor real ou “verdadeiro”, e não há nada a fazer quanto à situação a não ser viver infelizes para sempre ou obter o divórcio.
Embora eu pense que, de um modo geral, os grandes mitos são grandes precisamente porque representam e incorporam grandes verdades universais (serão explorados vários destes mitos mais adiante neste livro), o mito do amor romântico é uma terrível mentira. Talvez seja uma mentira necessária por assegurar a sobrevivência da espécie, por estimular e validar convenientemente a experiência de nos apaixonarmos que nos leva ao casamento. Mas, como psiquiatra, o meu coração chora quase todos os dias pela horrível confusão e sofrimento que este mito gera. Milhões de pessoas desperdiçam enormes quantidades de energia tentando desesperada e futilmente fazer com que a realidade das suas vidas se ajuste à irrealidade do mito.
A Sra. A submete-se absurdamente ao marido devido a um sentimento de culpa. “Eu não amava verdadeiramente o meu marido quando nos casámos,” diz ela. “Fingia que sim. Acho que o enganei para se casar comigo, portanto não tenho o direito de me queixar dele, e devo-lhe fazer tudo o que ele quiser.” O Sr. B lamenta: “Estou arrependido de não me ter casado com a Menina C. Penso que poderíamos ter tido um bom casamento. Mas não me sentia perdidamente apaixonado por ela, portanto parti do princípio que ela não era a pessoa certa para mim.” A Sra. D, casada há dois anos, fica gravemente deprimida sem causa aparente e começa a fazer terapia, afirmando: “Não sei o que se passa de errado. Tenho tudo o que preciso, incluindo um bom casamento.” Só meses mais tarde consegue aceitar o facto de se ter desapaixonado do marido, mas que isso não significa que tenha cometido um horrível erro. O Sr. E, também casado há dois anos, começa a sofrer de dores de cabeça intensas à noite e não acredita que sejam psicossomáticas. “A minha vida doméstica corre bem. Amo tanto a minha mulher como no dia em que casei com ela. Ela é tudo o que eu sempre quis.” Mas as dores de cabeça continuaram até que, um ano mais tarde, conseguiu admitir, “Ela dá-me cabo da cabeça porque está sempre a querer, querer, querer coisas sem se preocupar com o meu orde­nado,” e foi então capaz de a confrontar com a sua extravagância. O Sr. e a Sra. F reconhecem que deixaram de estar apaixonados e passam a fazer-se infelizes um ao outro por mútua infidelidade galopante à medida que procuram o “verdadeiro amor”, sem se aperceberem que o seu próprio reconhecimento podia marcar o início da obra do seu casamento em vez do fim.
Mesmo quando os casais reconhecem que a lua-de-mel terminou, que já não estão romanticamente apaixonados um pelo outro e ainda conseguem empenhar-se na sua relação, continuam a agarrar-se ao mito e tentam adaptar-lhe as suas vidas. “Apesar de já não estarmos apaixonados, se agirmos por força de vontade como se estivéssemos apaixonados, pode ser que o amor romântico regresse às nossas vidas,” segundo o seu raciocínio. Estes casais privilegiam o estar juntos. Quando iniciam a terapia de grupo para casais (que é o cenário em que a minha mulher e eu e os nossos colegas mais próximos exercemos o aconselhamento matrimonial mais crítico), sentam-se juntos, falam um pelo outro, defendem os defeitos um do outro e tentam apresentar ao resto do grupo uma frente unida, acredi­tando que esta unidade seja um sinal de saúde relativa do seu casamento e um pré-requisito para a sua melhoria.
Mais cedo ou mais tarde, normalmente mais cedo, temos que dizer à maior parte dos casais que estão demasiado casados, demasiado próximos, e que têm de estabelecer alguma distância psicológica entre si antes de começarem a tratar construtivamente os seus problemas. Por vezes, é mesmo necessário separá-los fisicamente, dando-lhes instruções para se sentarem longe um do outro no círculo do grupo. Repetidamente, temos que dizer, “Deixe a Mary falar por si própria, John” e “O John é capaz de se defender, Mary, é suficientemente forte.”

Por fim, se continuam na terapia, todos os casais aprendem que a verdadeira aceitação da sua própria individualidade e da do outro e a independência são as únicas fundações sobre as quais se pode basear um casa­mento adulto e o verdadeiro amor pode crescer.”
M. Scott Peck
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25/10/13

Solidão!



Sozinha no aconchego do lar, dei por mim a pensar na Solidão…

Dei por mim a pensar: o que é isso da Solidão? O que é isso do sentir-se sozinho?
Nesse momento, peguei no caderno e decidi escrever o que a solidão ditava.
Automaticamente me lembrou o caso de um paciente que tem medo da Solidão. Mas o que é isso de ter medo da Solidão?

Existem dois tipos de solidão: a solidão objectiva e real, quando não estamos acompanhados por alguém (em psicologia denomina-se objecto externo) e a solidão interna, subjectiva, quando o nosso interior, o nosso psíquico está vazio de pessoas significativas (em psicologia denomina-se objecto interno).
No primeiro caso há uma perda do objecto, no segundo caso há uma perda do amor do objecto.
Estar sozinho externamente é desgostoso, é aflitivo, é enfadonho, mas estar só afectivamente é incapacitante, é o sentir que está acompanhado mas está só… A solidão interna é destroçadora de auto-estima.

Então pensei: que tipo de solidão despertará medo ao meu paciente? Será que não adquiriu a capacidade de estar só objectivamente? Será esse o seu medo?
Ou será que se sente só “dentro de si”?
Na fase de terapia em que nos encontramos, ainda não é possível responder a estas questões, temos um longo caminho a percorrer, contudo, fica clara a necessidade de desenvolver a capacidade de estar só.

“Solidão externa quanto baste, solidão interna o menos possível”
António Coimbra de Matos

Deixo-lhe um desafio, reflicta sobre as seguintes questões:
- O que significa para si a Solidão?
- Como é sentir a Solidão?
- Tem medo da Solidão?
- Já se sentiu internamente sozinho?


Não prolongue a Solidão!



Débora Água-Doce

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09/10/13

O namorado “perfeito”



Luis, chega ao consultório a dizer que não consegue continuar a viver assim.
Apos 6 meses de terapia, consegue finalmente dizer-me que não foi sincero! Diz que tentou ser “perfeito” aos meus olhos, tal como faz na vida quotidiana.

“Dra… Como sabe, tudo corre bem na minha vida! Fiz todo o percurso escolar com sucesso. Licenciei-me cedo… Comecei pouco tempo depois a trabalhar na área em que me especializei e desde aí, nunca estive desempregado. Sou reconhecido pelas minhas capacidades! Todos me admiram, sejam colegas ou chefes.
Na minha zona de residência, todos me adoram! Dou-me bem com toda a gente! Os meus pais, têm imenso orgulho em mim…
Tenho muitos amigos! Socialmente, sou extrovertido, divirto toda a gente e adoro conhecer pessoas novas.
Preocupo-me muito em agradar a todos, até aos que não conheço.
Tenho uma namorada linda! Que adoro e todos admiram. Mas apesar disto tudo, não sou a pessoa perfeita que pareço…
Principalmente, para a minha namorada, sei que não sou o namorado perfeito…
Sabe Dra, tenho que ser sincero consigo… Não consigo ser leal à minha namorada! Não sei explicar… Gosto dela, admiro-a, mas procuro sempre algo externo…
Veja bem, sou capaz de passar horas no Facebook a ver perfis de raparigas que conheço, outras nem tanto… Percorro as suas fotografias de “fio a pavio” e a algumas até envio mensagens… Já viu Dra…? Não sou leal… Mas ela confia em mim, apesar de reclamar do tempo que passo na internet, acredita em tudo o que digo. Minto tão bem…
Mas sabe? Eu preciso daquilo! Preciso sentir que me admiram…
Que vergonha! Nunca a traí fisicamente, mas isto já é traição…
Não sou o que pensam de mim… Não sou o Sr perfeito! Mas não quero desiludir ninguém… Muito menos a minha namorada. Apenas não consigo controlar… É como se fosse uma necessidade que me corre nas veias…
Reparei que não aceito quando não sou o melhor em qualquer situação. Por exemplo, gosto muito de jogar à bola, mas se não sou o melhor, acabo por sair da equipa e procuro outra onde eu seja o melhor! Tenho a necessidade de liderar e ganhar!
Mas já percebi que não posso ser sempre o melhor, apenas não quero que os outros também o saibam…
Não tenho amigos melhores do que eu… Será por isso que os escolhi para meus amigos?”

Ao ouvir a confissão de Luis, confesso que senti um alivio. Era obvio que não existia tal perfeição. O ser Humano é imperfeito!
Finalmente estava perante o momento que potenciaria a mudança!
Como transformar a imagem de ser o “melhor do mundo” em “ser o melhor no mundo de alguém”? Tarefa longa mas exequível!
Espero em breve trazer-lhe noticias do Luis (nome ficticio).
Até lá, pense em si! Reflicta sobre o que acima referi e sinta quem é! Quem é na sua essência!
É IGUAL AOS SEUS OLHOS, COMO AOS OLHOS DOS OUTROS?
A resposta a esta questão, pode ser a chave para a vivência do momento presente, a chave para a vida!
Olhe para si! Conheça-se, sem filtros!


Débora Água-Doce
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26/09/13

O que é isto da Auto-Estima?



A Auto-Estima define-se pela estima que tenho por mim própria(o), ou seja, o gostar de mim.

A estima que eu tenho por mim própria(o) varia consoante os dias e os momentos. Às vezes acordo a adorar-me, com imensa vontade de ser “eu” e de viver cá dentro, neste mundo “meu” onde sou a(o) única(o) habitante.
Mas outros dias, acordo cinzenta(o) por dentro e gostar de mim, parece uma tarefa difícil…

A Auto-Estima é como o amor. É uma relação a dois, entre mim e mim própria(o), onde há dias em que as coisas correm bem, e outros em que só a voz do outro torna-se irritante. Mas no fim de contas, é tão fácil deixar-se gostar. Basta ouvir o que o “eu” tem para dizer, sair mais vezes comigo própria(o), permitir-me a ser sincera(o) cá por dentro, e acreditar mais no outra(o) que sou o “eu interno”.

A Auto-Estima, define-se pela imagem que eu tenho de mim própria(o), ou seja, a projeção interna que tenho do meu Eu.
Quando me olho ao espelho vejo não só uma imagem refletida, mas também uma imagem projetada, em que sou iludida(o) perceptivamente pelo que vejo em mim. Assim, nesse momento cruza-se a minha imagem interna com a minha imagem externa.

Mas o que faz com que algumas pessoas sejam mais seguras de si, mais estáveis emocionalmente enquanto outras se perdem, se desesperam quando algo acontece?
A diferença que permite que cada um consiga ter controlo sobe as suas emoções é o autoconhecimento.
A maioria das pessoas acredita que sabe quem é, mas na verdade conhece-se muito pouco.
Quando ama alguém, confia em alguém que pouco conhece? Geralmente amamos e confiamos apenas em quem conhecemos bem! E se não se conhece a si, como pode acreditar na sua própria capacidade? Como pretende lutar pelos seus sonhos se não acredita ser capaz? E por que não acredita ser capaz?
Porque não se conhece…

O Auto-Conceito é fundamental para a promoção da Auto-Estima. É a definição que mais se aproxima do Self ou do Eu, por ser mais amplo.

Quem sou eu?
Como me defino?
Como me identifico?
Como me apresento?
Que conceito tenho de mim própria(o)?

As respostas a estas questões, são o ponto de partida para o Auto-Conceito, que por sua vez, é o ponto de partida para a promoção da sua Auto-Estima.

Permita-se a conhecer-se melhor, permita-se a gostar de si!


Um abraço com estima,
Débora Água-Doce

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