25/11/13

O Mito do Amor Romântico






“O Mito do Amor Romântico” 
Por M. Scott Peck
“Para servir assim tão bem para nos apanhar no casamento, a experiência de se apaixonar tem provavelmente como uma das suas características a ilusão de que a experiência irá durar sempre. Esta ilusão é fomentada na nossa cultura pelo mito vulgarmente cultivado do amor romântico, que tem as suas origens nas nossas histórias infantis favoritas, em que o príncipe e a princesa, uma vez unidos, vivem felizes para sempre. O mito do amor romântico diz-nos, com efeito, que para cada rapaz no mundo há uma rapariga que “foi feita para ele” e vice-versa. Além disso, o mito implica que há um só homem destinado a uma mulher e uma só mulher para um homem e que isso foi predeterminado “nas estrelas”.
Quando conhecemos a pessoa a quem estamos destinados, o reconhecimento advém do facto de nos apaixonarmos. Encontrámos a pessoa a quem os céus nos tinham destinado, e uma vez que a união é perfeita, seremos capazes de satisfazer as necessidades um do outro para sempre, e portanto viver felizes para sempre em perfeita união e harmonia. Se acontecer, no entanto, não satisfazermos ou não irmos de encontro a todas as necessidades um do outro surgem atritos e desapaixonamo-nos. Está claro que cometemos um erro terrível, interpretámos as estrelas erradamente, não nos entendemos com o nosso único par perfeito, o que pensámos ser amor não era amor real ou “verdadeiro”, e não há nada a fazer quanto à situação a não ser viver infelizes para sempre ou obter o divórcio.
Embora eu pense que, de um modo geral, os grandes mitos são grandes precisamente porque representam e incorporam grandes verdades universais (serão explorados vários destes mitos mais adiante neste livro), o mito do amor romântico é uma terrível mentira. Talvez seja uma mentira necessária por assegurar a sobrevivência da espécie, por estimular e validar convenientemente a experiência de nos apaixonarmos que nos leva ao casamento. Mas, como psiquiatra, o meu coração chora quase todos os dias pela horrível confusão e sofrimento que este mito gera. Milhões de pessoas desperdiçam enormes quantidades de energia tentando desesperada e futilmente fazer com que a realidade das suas vidas se ajuste à irrealidade do mito.
A Sra. A submete-se absurdamente ao marido devido a um sentimento de culpa. “Eu não amava verdadeiramente o meu marido quando nos casámos,” diz ela. “Fingia que sim. Acho que o enganei para se casar comigo, portanto não tenho o direito de me queixar dele, e devo-lhe fazer tudo o que ele quiser.” O Sr. B lamenta: “Estou arrependido de não me ter casado com a Menina C. Penso que poderíamos ter tido um bom casamento. Mas não me sentia perdidamente apaixonado por ela, portanto parti do princípio que ela não era a pessoa certa para mim.” A Sra. D, casada há dois anos, fica gravemente deprimida sem causa aparente e começa a fazer terapia, afirmando: “Não sei o que se passa de errado. Tenho tudo o que preciso, incluindo um bom casamento.” Só meses mais tarde consegue aceitar o facto de se ter desapaixonado do marido, mas que isso não significa que tenha cometido um horrível erro. O Sr. E, também casado há dois anos, começa a sofrer de dores de cabeça intensas à noite e não acredita que sejam psicossomáticas. “A minha vida doméstica corre bem. Amo tanto a minha mulher como no dia em que casei com ela. Ela é tudo o que eu sempre quis.” Mas as dores de cabeça continuaram até que, um ano mais tarde, conseguiu admitir, “Ela dá-me cabo da cabeça porque está sempre a querer, querer, querer coisas sem se preocupar com o meu orde­nado,” e foi então capaz de a confrontar com a sua extravagância. O Sr. e a Sra. F reconhecem que deixaram de estar apaixonados e passam a fazer-se infelizes um ao outro por mútua infidelidade galopante à medida que procuram o “verdadeiro amor”, sem se aperceberem que o seu próprio reconhecimento podia marcar o início da obra do seu casamento em vez do fim.
Mesmo quando os casais reconhecem que a lua-de-mel terminou, que já não estão romanticamente apaixonados um pelo outro e ainda conseguem empenhar-se na sua relação, continuam a agarrar-se ao mito e tentam adaptar-lhe as suas vidas. “Apesar de já não estarmos apaixonados, se agirmos por força de vontade como se estivéssemos apaixonados, pode ser que o amor romântico regresse às nossas vidas,” segundo o seu raciocínio. Estes casais privilegiam o estar juntos. Quando iniciam a terapia de grupo para casais (que é o cenário em que a minha mulher e eu e os nossos colegas mais próximos exercemos o aconselhamento matrimonial mais crítico), sentam-se juntos, falam um pelo outro, defendem os defeitos um do outro e tentam apresentar ao resto do grupo uma frente unida, acredi­tando que esta unidade seja um sinal de saúde relativa do seu casamento e um pré-requisito para a sua melhoria.
Mais cedo ou mais tarde, normalmente mais cedo, temos que dizer à maior parte dos casais que estão demasiado casados, demasiado próximos, e que têm de estabelecer alguma distância psicológica entre si antes de começarem a tratar construtivamente os seus problemas. Por vezes, é mesmo necessário separá-los fisicamente, dando-lhes instruções para se sentarem longe um do outro no círculo do grupo. Repetidamente, temos que dizer, “Deixe a Mary falar por si própria, John” e “O John é capaz de se defender, Mary, é suficientemente forte.”

Por fim, se continuam na terapia, todos os casais aprendem que a verdadeira aceitação da sua própria individualidade e da do outro e a independência são as únicas fundações sobre as quais se pode basear um casa­mento adulto e o verdadeiro amor pode crescer.”
M. Scott Peck
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25/10/13

Solidão!



Sozinha no aconchego do lar, dei por mim a pensar na Solidão…

Dei por mim a pensar: o que é isso da Solidão? O que é isso do sentir-se sozinho?
Nesse momento, peguei no caderno e decidi escrever o que a solidão ditava.
Automaticamente me lembrou o caso de um paciente que tem medo da Solidão. Mas o que é isso de ter medo da Solidão?

Existem dois tipos de solidão: a solidão objectiva e real, quando não estamos acompanhados por alguém (em psicologia denomina-se objecto externo) e a solidão interna, subjectiva, quando o nosso interior, o nosso psíquico está vazio de pessoas significativas (em psicologia denomina-se objecto interno).
No primeiro caso há uma perda do objecto, no segundo caso há uma perda do amor do objecto.
Estar sozinho externamente é desgostoso, é aflitivo, é enfadonho, mas estar só afectivamente é incapacitante, é o sentir que está acompanhado mas está só… A solidão interna é destroçadora de auto-estima.

Então pensei: que tipo de solidão despertará medo ao meu paciente? Será que não adquiriu a capacidade de estar só objectivamente? Será esse o seu medo?
Ou será que se sente só “dentro de si”?
Na fase de terapia em que nos encontramos, ainda não é possível responder a estas questões, temos um longo caminho a percorrer, contudo, fica clara a necessidade de desenvolver a capacidade de estar só.

“Solidão externa quanto baste, solidão interna o menos possível”
António Coimbra de Matos

Deixo-lhe um desafio, reflicta sobre as seguintes questões:
- O que significa para si a Solidão?
- Como é sentir a Solidão?
- Tem medo da Solidão?
- Já se sentiu internamente sozinho?


Não prolongue a Solidão!



Débora Água-Doce

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09/10/13

O namorado “perfeito”



Luis, chega ao consultório a dizer que não consegue continuar a viver assim.
Apos 6 meses de terapia, consegue finalmente dizer-me que não foi sincero! Diz que tentou ser “perfeito” aos meus olhos, tal como faz na vida quotidiana.

“Dra… Como sabe, tudo corre bem na minha vida! Fiz todo o percurso escolar com sucesso. Licenciei-me cedo… Comecei pouco tempo depois a trabalhar na área em que me especializei e desde aí, nunca estive desempregado. Sou reconhecido pelas minhas capacidades! Todos me admiram, sejam colegas ou chefes.
Na minha zona de residência, todos me adoram! Dou-me bem com toda a gente! Os meus pais, têm imenso orgulho em mim…
Tenho muitos amigos! Socialmente, sou extrovertido, divirto toda a gente e adoro conhecer pessoas novas.
Preocupo-me muito em agradar a todos, até aos que não conheço.
Tenho uma namorada linda! Que adoro e todos admiram. Mas apesar disto tudo, não sou a pessoa perfeita que pareço…
Principalmente, para a minha namorada, sei que não sou o namorado perfeito…
Sabe Dra, tenho que ser sincero consigo… Não consigo ser leal à minha namorada! Não sei explicar… Gosto dela, admiro-a, mas procuro sempre algo externo…
Veja bem, sou capaz de passar horas no Facebook a ver perfis de raparigas que conheço, outras nem tanto… Percorro as suas fotografias de “fio a pavio” e a algumas até envio mensagens… Já viu Dra…? Não sou leal… Mas ela confia em mim, apesar de reclamar do tempo que passo na internet, acredita em tudo o que digo. Minto tão bem…
Mas sabe? Eu preciso daquilo! Preciso sentir que me admiram…
Que vergonha! Nunca a traí fisicamente, mas isto já é traição…
Não sou o que pensam de mim… Não sou o Sr perfeito! Mas não quero desiludir ninguém… Muito menos a minha namorada. Apenas não consigo controlar… É como se fosse uma necessidade que me corre nas veias…
Reparei que não aceito quando não sou o melhor em qualquer situação. Por exemplo, gosto muito de jogar à bola, mas se não sou o melhor, acabo por sair da equipa e procuro outra onde eu seja o melhor! Tenho a necessidade de liderar e ganhar!
Mas já percebi que não posso ser sempre o melhor, apenas não quero que os outros também o saibam…
Não tenho amigos melhores do que eu… Será por isso que os escolhi para meus amigos?”

Ao ouvir a confissão de Luis, confesso que senti um alivio. Era obvio que não existia tal perfeição. O ser Humano é imperfeito!
Finalmente estava perante o momento que potenciaria a mudança!
Como transformar a imagem de ser o “melhor do mundo” em “ser o melhor no mundo de alguém”? Tarefa longa mas exequível!
Espero em breve trazer-lhe noticias do Luis (nome ficticio).
Até lá, pense em si! Reflicta sobre o que acima referi e sinta quem é! Quem é na sua essência!
É IGUAL AOS SEUS OLHOS, COMO AOS OLHOS DOS OUTROS?
A resposta a esta questão, pode ser a chave para a vivência do momento presente, a chave para a vida!
Olhe para si! Conheça-se, sem filtros!


Débora Água-Doce
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26/09/13

O que é isto da Auto-Estima?



A Auto-Estima define-se pela estima que tenho por mim própria(o), ou seja, o gostar de mim.

A estima que eu tenho por mim própria(o) varia consoante os dias e os momentos. Às vezes acordo a adorar-me, com imensa vontade de ser “eu” e de viver cá dentro, neste mundo “meu” onde sou a(o) única(o) habitante.
Mas outros dias, acordo cinzenta(o) por dentro e gostar de mim, parece uma tarefa difícil…

A Auto-Estima é como o amor. É uma relação a dois, entre mim e mim própria(o), onde há dias em que as coisas correm bem, e outros em que só a voz do outro torna-se irritante. Mas no fim de contas, é tão fácil deixar-se gostar. Basta ouvir o que o “eu” tem para dizer, sair mais vezes comigo própria(o), permitir-me a ser sincera(o) cá por dentro, e acreditar mais no outra(o) que sou o “eu interno”.

A Auto-Estima, define-se pela imagem que eu tenho de mim própria(o), ou seja, a projeção interna que tenho do meu Eu.
Quando me olho ao espelho vejo não só uma imagem refletida, mas também uma imagem projetada, em que sou iludida(o) perceptivamente pelo que vejo em mim. Assim, nesse momento cruza-se a minha imagem interna com a minha imagem externa.

Mas o que faz com que algumas pessoas sejam mais seguras de si, mais estáveis emocionalmente enquanto outras se perdem, se desesperam quando algo acontece?
A diferença que permite que cada um consiga ter controlo sobe as suas emoções é o autoconhecimento.
A maioria das pessoas acredita que sabe quem é, mas na verdade conhece-se muito pouco.
Quando ama alguém, confia em alguém que pouco conhece? Geralmente amamos e confiamos apenas em quem conhecemos bem! E se não se conhece a si, como pode acreditar na sua própria capacidade? Como pretende lutar pelos seus sonhos se não acredita ser capaz? E por que não acredita ser capaz?
Porque não se conhece…

O Auto-Conceito é fundamental para a promoção da Auto-Estima. É a definição que mais se aproxima do Self ou do Eu, por ser mais amplo.

Quem sou eu?
Como me defino?
Como me identifico?
Como me apresento?
Que conceito tenho de mim própria(o)?

As respostas a estas questões, são o ponto de partida para o Auto-Conceito, que por sua vez, é o ponto de partida para a promoção da sua Auto-Estima.

Permita-se a conhecer-se melhor, permita-se a gostar de si!


Um abraço com estima,
Débora Água-Doce

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20/09/13

Quando o sim, dá lugar ao não! – Parte II




Tic tac… O dia mais feliz de Ana, transformara-se no dia mais infeliz!
Como recuperar da dor deste momento?
Como olhar à sua voltar e aceitar que o caminho agora se faz a 1?
Tic tac… O tempo parece não passar…

Ultrapassar uma perda, pode ser bastante difícil. Revêem-se os momentos partilhados… Questiona-se o porquê… Sente-se que talvez tenhamos errado em algum momento e temos a combinação perfeita para a depressão: Desilusão + Vazio + Culpa!
Como ultrapassar a depressão quando não queremos viver?
É possível renascer?
Se realmente quiser, tudo é possível!

Inicialmente, procure apoio junto dos que lhe são mais próximos (família, amigos). Não conseguirá ultrapassar esta dor sozinho(a)!
Partilhe a sua mágoa aos seus melhores amigos, essa companhia e apoio promoverão algum bem-estar.
Cuide da sua vida social. Evite isolar-se…
Já ouviu a expressão: “A Primavera não acaba por morrer uma Andorinha?” É verdade! Dói muito, eu sei, mas a sua vida continua! O mundo não acaba com o fim de uma relação!
Todos desejamos um amor eterno e para isso procuramos a pessoa perfeita, mas na verdade não existe só uma pessoa perfeita para nós, existem várias pessoas perfeitas que vamos encontrando ao longo da nossa vida!

A vida, vai sempre colocar-nos obstáculos no caminho! Mas nós, saberemos aprender com eles e seguir em frente. Não devemos desistir, em momento algum, daquilo que realmente sonhámos para nós!

Se neste momento está a passar por uma perda, semelhante ou não, à da Ana, olhe para o futuro, analise o que correu mal no passado, identifique o que não resultou e encare esta perda, como uma oportunidade de crescimento e de aprendizagem.
Muitas noites em branco e muitas lágrimas, serão a companhia mais presente nos primeiros tempos, mas, progressivamente recuperará a energia e o amor próprio, sentindo que está preparado(a) para começar de novo e quem sabe, atrever-se a viver uma nova relação amorosa.

Tente descansar… Relaxar… Tenha em atenção o seu estado de apatia e tente fazer uma alimentação saudável! O corpo e a mente são aliados na “cura” emocional da perda.
É duro o processo de desapego… Mas é possível!
E é possível voltar a Amar!
É possível Renascer e sorrir a 2 :)
Nunca é tarde para recomeçar!


Débora Água-Doce
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12/09/13

Quando o sim, dá lugar ao não!




Era manhã, a manhã do seu dia de princesa... Ana, tinha tudo pronto. Tudo planeado como sempre sonhou... O seu vestido reflectia a beleza no espelho... Tudo era magico...
Tic tac... O relógio teimava em não parar  e o tempo urgia para o tão esperado sim!
Chegada à igreja, a emoção era tanta que nem se apercebia dos que a rodeavam... Estava na hora de entrar...
-"Ana, o noivo está atrasado, não podes entrar ainda"
-"Quer dizer que a noiva tem fama de chegar atrasada mas é o noivo a fazer jus à profecia", disse Ana, em tom de brincadeira.
Tic tac... O relógio assinalava 1 hora de atraso...
Os convidados começavam a ficar inquietos e Ana... Ana decidiu ligar a Luís.
-"tmn... O número de telemóvel que pretende contactar, não tem voicemail activo".
O telemóvel estava desligado...
Chega o melhor amigo do noivo. Trazia o semblante pesado... Dirige-se a Ana e comunica-lhe:
-"O Luís não vem..." ... "Ele não consegue assumir este compromisso!" ... "Pede-te que não o odeies"...
Tic tac... O dia mais feliz de Ana, transformara-se no dia mais infeliz...

O que fazer quando nos tiram o "tapete"?
O que fazer quando nos dão um sonho e o transformam em pesadelo?
Como recuperar a nossa vida?

Tico tac...
O tempo não pára! 
O que fazer para "renascer"?

Lanço-lhe este tema. 
Para a semana, desenvolverei o mesmo, contudo, aguardo a sua opinião!


Débora Água-Doce



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27/08/13

Depressão pós-férias




Para muitos, as férias já terminaram!
Ficam para trás as longas noites de diversão, os dias de sol com cheirinho a Mar… Voltam-se a colocar os relógios no pulso…
Frequentemente, este é um momento em que surgem estados de desânimo. O voltar ao trabalho, à rotina, nem sempre é fácil e pode provocar estados depressivos. A falta de “sol” pode levar a mudanças de humor significativas.

Não permita que a Depressão o “assombre” nas pós-férias. Desafie esse estado depressivo. Não fique confinado ao trabalho e à sua casa. Saia! Não se conforme com o sofá e a TV ao fim-de-semana.
Permita-se a desafiar a rotina!
Passeie! Aprecie o movimento e tudo o que está à sua volta. Pratique exercício, o desporto é algo que promove o bem-estar! Vá ao cinema! Saia com os amigos… A família… Leia um livro…
Faça tudo o que lhe apetecer, excepto ficar à espera que as próximas férias cheguem.
Sugiro-lhe também que verifique as suas horas de sono, precisará de mais horas para fazer face ao desgaste dos horários das férias. Acorde com a luz do dia, não feche totalmente a janela.
Tente fazer uma alimentação saudável.
Aproveite o regresso à rotina para aprender algo que sempre quis e não teve oportunidade de fazer. Ajudará a aumentar a sua motivação!

Faça algo por si, todos os dias! Tenha o seu momento especial diário.
Quando der por isso, já é Verão outra vez :)

É bom voltar de Férias!


Débora Água-Doce





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