02/06/16

A vida que eu escolhi


“Coloco uma música…
Sonho um pouco…
Divago entre imagens e emoções.
Deixo as palavras se formarem…
Com elas crio frases… Linhas… O discurso vai fluindo.
Dou por mim e já escrevi imenso… Faço uma pausa! Releio! Faz ou não sentido este conjunto de palavras?
Tenho diante de mim a hipótese de apagar, rescrever, alterar ou aceitar.”



Tal como temos a capacidade de decidir algo como o acima mencionado, também temos sempre a possibilidade de reescrever a nossa “história”. Está em cada um de nós a capacidade de decisão e mudança!
Não aceitamos tudo apenas porque sim, mas porque nos faz sentido de alguma forma!
Muitas vezes ouvimos as expressões:
“A vida não é justa”
“Tudo me corre mal”
“Eu não merecia isto”
Mas muitas vezes sentimos essas mesmas expressões e acabamos por manter o que nos faz mal… Porquê?
Quando vai a uma loja e compra roupa nova, ao chegar a casa e voltar a experimentá-la, se não se sente bem com ela, o que faz? Certamente vai trocá-la! Não sai à rua vestindo algo que não lhe agrada, então, porque insistimos em manter algo que nos magoa ou não satisfaz?
Tem à sua frente a oportunidade de recomeçar, mudar ou aceitar! Agarre-se ao que realmente é importante para si e siga em frente!
Não fique à espera que o tempo, o resolva por si só. O tempo não é a solução… O tempo é tempo que não volta!

Agarre o agora!
Tenha a vida que escolheu!
As suas decisões influenciam os seus momentos, os seus ganhos, as suas perdas, os seus sorrisos, as suas lágrimas.

Acorde de manhã, olhe para o espelho e diga: “Hoje vou fazer tudo por ti”…”Vais ter a vida que sempre quiseste”!
Agarre-se a isso e saia de casa a sorrir!

Lembre-se:
Nós temos a vida que escolhemos!



Débora Água-Doce


  
SHARE:

Sem comentários

Enviar um comentário

© A Psicóloga que também é Blogger . All rights reserved.