20/02/15

Bom fim de semana, com muuuuuuuiiiiiittttoooo Amor!!!

Despeço-me de vós até 2ª feira!
Um retiro para recarregar baterias e organizar pensamentos :)
Todos precisamos!!!!




Bom fim de semana, com muuuuuuuiiiiiittttoooo Amor!!!


Débora Água-Doce
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19/02/15






"Um corpo que não sonha é como uma casa desabitada - a ruína é o seu destino." 
António Coimbra de Matos
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18/02/15

Carta para o homem da minha vida


A minha escolha de hoje recai sobre a carta de Amor da JF!!



“Olá! Eu sou a mulher da tua vida! Sim eu mesma! Estive aqui a tua espera até hoje. Ainda não sei o teu nome, mas posso sentir o teu cheiro. Cheiras a felicidade e sabes de mim sem saber.

Gostava de dizer que foi fácil ficar a tua espera mas não... Espero que sejas um homem resolvido e de bem com a vida. Não espero que sejas rico, nem espero que me leves aos mais caros restaurantes mas não te perdoo se não me fizeres rir muito no Mc'Donalds.
Leva-me a passear! Sabes? Adoro o mar, volta e meia leva-me lá. Não deixes que me perca nos dias e me afogue no trabalho, traz-me a vida e obriga-me a ter calma.

Gostava que soubesses  que tenho mau feitio. Gosto de me deitar e acordar cedo! Não esperes que te faça companhia nas noites em que ficas a ver filmes, mas podes sempre afagar-me os cabelos enquanto durmo. Respeita a minha solidão (podes quebra-la), fica comigo nos dias em que estiver aborrecida e abraça-me com muita força se insistir em resmungar contigo. Não resisto. Faz-me rir! Adoro rir! Faz-me rir e rasgarei o meu mais belo e sereno sorriso.
 Espero que gostes dos meus amigos e vou tentar gostar dos teus... prometo! Sou ciumenta e tenho ataques, fortes ataques mesmo.. mas abraça-me que isso passa. Espero que tenhas tempo para mim. Sei que a vida corre, é o trabalho, os amigos, os horários, a vida mas... arranja tempo para mim, não te peço todo o tempo do mundo, mas será muito pedir-te o mundo quando estiveres comigo? Sê sincero! Não gosto de mentiras! Gosto da verdade na sua essência! Dá-me a verdade e eu dou-te o melhor.... o meu Amor!”


JF
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16/02/15

O amor não é cego, tem falta de vista.

A minha escolha de hoje :) A história de Amor da Alice e do JB




"Vou contar-vos a história de amor que mais gosto, a minha.

Tudo começou há 6 anos e uns meses atrás. Estava no autocarro que partia de Lisboa para Évora com o intuito de ir visitar a minha família ao fim-de-semana, como já era hábito da rotina universitária. Mas aquele sábado iria mudar todo o rumo da minha vida.
Era inverno e o sono apertava no calor do autocarro e não havia meio de conseguir dormir devido aos gritos e choros de dois bebés que se encontravam nos bancos de trás. Curiosamente atrás do meu banco estava um rapaz que também queria dormir e não conseguia. Olhei subtilmente para trás à procura de algo que me tirasse o sono, já que não conseguia dormir e não é o meu espanto que o rapaz começou a meter conversa comigo porque também estava a ficar irritado com a choradeira dos bebés.
Sentou-se ao meu lado e falámos vivamente até chegar ao destino. As horas tinham corrido rapidamente durante aquela conversa longa e pensei com os meus botões:  “ Este rapaz é tão giro e interessante”. Não trocámos de contactos, mas feita curiosa quis procurá-lo no Facebook da minha altura que seria o Hi5. Lembram-se dessa rede social? Já lá vai o tempo. Como tínhamos amigos em comum, procurei aqueles que ele tinha referido e no meio de tantas caras, lá o encontrei.

Passado uns dias mandou-me um convite de amizade, falámos por mensagens e cada vez ficava mais convencida que estava completamente interessada naquele rapaz. Nem que fosse um mero flirt, tinha de me encontrar com ele novamente, mas eu era tímida demais para lhe pedir um encontro. Por isso, o destino tratou disso por mim. Vocês acreditam no destino? Eu acredito.
Sabem porque é que acredito? Já vão saber a seguir a razão.
Nós falávamos imenso pelo Messenger e só nos tínhamos encontrado novamente num inesperado e rápido café em Évora. O meu coração explodiu e as borboletas voaram no meu estômago nesse dia.
Passaram-se meses após esse encontro e voltámos a falar novamente pelo Messenger, face à minha vontade insaciável de querer voltar a vê-lo, faço uma pergunta um pouco reveladora:
“ Nunca mais te vi no autocarro, o que é feito de ti?”
Ele responde: “Autocarro? Eu nunca vou de autocarro, costumo ir de comboio.”
Admirada disse: “O quê? Então não te lembras do dia em que nos conhecemos? Conhecemo-nos no autocarro com os bebés a chorar e nós sem conseguirmos dormir…” e eis que ele diz:       “Não, conheço-te desde o liceu, não te lembras?”. O meu olhar petrificou, gelei as minhas mãos no teclado e pensei: “Estou a ler bem?” Pedi desculpa e respondi que não me lembrava dele, mas que estava a gostar de o conhecer. 

Estaria apaixonada por alguém que eu não sabia mesmo quem era? Pensava que era uma pessoa, mas não era essa pessoa. Isso importava-me? Não. A pessoa do autocarro já tinha fugido do meu pensamento há muito tempo. Só conseguia pensar nas conversas que tinha com o João ou JB como ele gosta de ser chamado. Ele lembrava-se imenso de mim, tinha assistido a uma peça de teatro no secundário onde eu tinha participado, sabia alguns amigos que tínhamos em comum, entre outras coisas.
Eu não sabia nada sobre ele a não ser o que falávamos os dois. Apenas sabia que sentia aquelas borboletas no estômago quando pensava nele e especialmente na única vez que o vi. Tínhamos tanto em comum, gostos, interesses, um sentido de humor que encaixava bem…e eis que ele propõe um café.
Nervosismo total. Passámos uma tarde num parque, ele a tocar guitarra e eu estava completamente derretida. Parecia-me haver uma química entre nós, mas eu era demasiado tímida para revelar qualquer indício do que estava a sentir. Encontrámo-nos mais vezes após esta saída e sim dávamo-nos muito bem.

Passado algum tempo, criei coragem e num acto de cobardia (irónico, não é?), mandei uma mensagem pelo telemóvel a dizer: “Sinto coisas por ti (um silêncio apoderava-se sobre mim no momento em que enviei a mensagem) ”.
Dez minutos depois de uma espera agoniante, ele apenas responde: “Falamos amanhã os dois pessoalmente”.  Aterrorizada com esta resposta, comecei a fantasiar o pior…ele ia dar-me uma “tampa”.
No dia seguinte, lá estava no café e o que é que pensei? Se eu monopolizar o tempo de conversa, ele não vai ter tempo para me dar uma “tampa”, vou para casa e acabou-se. Conclusão? Consegui realizar o maior monólogo de sempre e ele aguentou como só o senhor que ele é. Duas horas a ouvir-me falar e quase nunca lhe dava hipótese de dizer fosse o que fosse, não fosse ele dizer o inevitável.
Terminado o café, ele quis levar-me à porta de casa e eu aceitei. Frente ao portão da minha casa, dá-se um breve momento de silêncio e eis que ele diz: “Não me deixaste falar um único momento. Então e a nossa conversa?” Estava imóvel e calada. Ele pergunta timidamente: “Queres experimentar?” Devolvi a pergunta com outra pergunta naïve: “Experimentar o quê?” e ele disse, o que na altura pensava como impossível vindo da boca dele: “ Queres namorar comigo?”…

Sou imensamente feliz há 6 anos e tenho de agradecer tanto à minha falta de vista. Sim, falta de vista. Um mês depois de começarmos a namorar e termos entendido melhor o que se tinha passado com a nossa história, o JB começou a achar que eu tinha falta de vista…e não é que ele acertou?

Isto tudo para vos dizer o quê? A nossa história é a minha história favorita. Gosto tanto de contá-la e não resisti em partilhá-la convosco, porque há magia nela. O destino existiu redondamente nela ou pelo menos é o que eu acredito. Se eu não fosse despistada e a minha vista fosse óptima, seria feliz como sou hoje? Duvido. Quando falo sobre amor com os meus amigos e eles se queixam que o amor ainda não lhes deu uma hipótese, digo num tom brincalhão: “Quando tiver de ser, será…não vale a pena estares constantemente à procura dele, porque quando o amor te sorrir, irá ser quando menos o esperas”.  

“O que é feito do rapaz do autocarro?”, perguntam vocês.  Não sei, mas só espero que ele seja tão feliz quanto eu."


Alice
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14/02/15

São quê? (Valentim...)





Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de importância cada vez maior. A cada ano que passa, vão-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras...

Existem várias teorias à volta de São Valentim. Uma das histórias conta que nessa mesma data o Imperador Romano Claudius II tinha proibido os casamentos, de forma a angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. Valentim, sacerdote naquela época, parece ter violado este decreto imperial e realizava casamentos em sigilo total.
Segundo a história, este segredo foi descoberto e Valentim foi preso, torturado e condenado à morte no dia 14 de Fevereiro de 269 d.C, tornando-o um mártir. Algumas pessoas acreditam que o dia dos namorados se comemora neste dia por ter sido a morte de São Valentim.

Mantendo a tradição de comemorar este dia, desafiei a quem me lê, contributos sobre o tema “Amor”, com o objectivo de “sentirmos o Amor de várias formas” e em diferentes palavras.
Durante o mês de Fevereiro partilharei “o Amor que me foi partilhado”!


Esta é a minha escolha de hoje:

“Querido Amor,

Queria escrever sobre ti sabes? Queria conseguir definir-te (como se isso fosse possível), queria que a maior parte das pessoas percebesse o que tu és.

Já ouvi tantas coisas sobre ti... Mas sabes, questiono se muita gente já te sentiu verdadeiramente. É que dizem coisas horríveis acerca de ti! Com muita pena minha muitas vezes definem-te como dor... como quebra corações. Poucas vezes te definem como Tudo! Só assim numa palavra. Poucas vezes te definem como sorriso, como uma gargalhada, como um abraço, como um afago de cabelo, como um passeio.... Tão poucos te definem como momentos felizes, sim momentos... porque exigem demasiado de ti.. querem que tu sejas eterno e na verdade és, mas não da forma como idealizam ser. Eu entendo-te! Tantas expectativas em relação a ti e poucos sabem que estás nas pequenas coisas.. nos detalhes.. nos olhares... Poucos sabem que estás muito para lá de relacionamentos possessivos, de prisão..  como é possível terem a coragem de chamarem de prisão.. quando na verdade és liberdade e  equilíbrio. Poucos sabem que no final das contas és apenas...... Tudo!”

J. F.


Uma bonita reflexão que nos relembra que o Amor não é sinónimo de Dor, mas sim de pequenos detalhes que potenciam momentos felizes!


Débora Água-Doce
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12/02/15

Escrever sobre Amor??!!

Vamos escrever sobre Amor? Desafio-vos ❤️ 
Enviem os vossos textos/frases/partilhas para apsicologaquetambemeblogger@gmail.com


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05/02/15

Quando as relações duram demais...




Um olhar, um sorriso...
Um troca de palavras e uma vontade de nos conhecermos melhor levou-nos para perto um do outro!
Uma paixão que nasceu devagar, ao nosso ritmo e ao ritmo da vida que levávamos! Uma empatia, uma complementaridade...
Corríamos para os braços um do outro, contávamos o tempo e pedíamos ao tempo que nos levasse para perto e parasse nesse momento.
Os sonhos eram nossos... Os medos eram doutros...
Tudo tão puro, tão perfeito...
Fomos construindo os sonhos a dois, fomos seguindo o caminho passo a passo, lado a lado...
O pedido de casamento... Mágico! Como tudo em nós!
Os  nossos amigos, a nossa família e as nossas escolhas, todos presentes nesse dia inesquecível!
Foi o dia mais feliz da minha vida!

“Junto a ti corro o risco de envelhecer mais rápido!” – dizia-te!
“Porquê?”
“Porque contigo tudo é um sorriso e isso provoca rugas” – (risos)

Passaram poucos anos e... Tudo mudou...
Olho para ti e já não sinto vontade de te abraçar!
Já não há empatia nem companheirismo.
Já não conto o tempo em que estaremos juntos!
Já não estou sempre a sorrir...
Estar contigo não é sinónimo de felicidade!
O silencio instalou-se em nós, gastámos as palavras...
O teu cheiro já não provoca desejo em mim...
O teu corpo não passa de um corpo...
A tua mão já não me dá a sensação de proteção!
Não sinto que te orgulhes de mim, nem eu me orgulho de ti...
Prefiro estar a trabalhar até tarde do que vir para casa e vestir a “capa da esposa perfeita”, que não é valorizada...
É com tristeza que encaro esta realidade...

Será que o amor nos deixou?
Fugiu de nós?
Prometemos estar sempre aqui um para o outro...
Tenho saudades tuas... Nossas... Do que fomos!
Ás vezes penso nas pessoas que me rodeiam, naqueles que me valorizam e admiram, que dizem que sou bonita, interessante... e sabes? às vezes tenho vontade de experimentar outra vez a sensação de ser desejada por alguém...
Já pensei que estaria apaixonada por outra pessoa... Mas depois, penso em ti... E volto atrás! Não consigo ir em frente...
Será por amor?
Ou será por medo de arriscar?
Estarei acomodada a esta relação?
O que fazer quando nos perdemos?
As relações têm tempo de validade?
Prometemos amar-nos para sempre... 

Existem relações que duram demais?
O que fazer quando se sente que o amor desapareceu e os estímulos externos nos provocam vontade de ir?

É importante percebermos o que aconteceu à relação. Uma relação exige um trabalho de equipa e o seu sucesso ou fracasso é um reflexo desse trabalho a dois.
Quando assumimos uma relação colocamos um pouco do nosso coração nas mãos do outro. Na intimidade existe sempre vulnerabilidade. Criamos a expectativa de que a pessoa nunca nos vais desiludir. Contudo, mais cedo ou mais tarde, aquela pessoa vai falhar e magoar-nos. Não porque nos queira mal. Mas porque é humana. E os humanos são imperfeitos!
Os casais que procuram apoiar o outro, que se preocupam, que cuidam, acarinham e guardam memórias agradáveis, conseguem ultrapassar mais facilmente estas mágoas. É como se tivessem uma caixinha onde guardam os afetos que lhes permite continuar de mãos dadas. Muitas vezes estes momentos unem-nos ainda mais pois sentem que querem ficar juntos.
Mas quando a relação não está segura, quando o respeito não é mútuo, quando a caixinha dos afectos está vazia e os momentos a dois são predominantemente de stress e desunião, sentimos que a pessoa que amamos não está presente quando precisamos. Neste caso, cada falha é encarada como um obstáculo inultrapassável. Cada decepção é um passo no caminho para a separação!

Existem relações que duram tempo demais?
As relações duram o tempo que têm que durar!
Umas terminam, outras resgatam-se!
É possível resgatar as relações!



- Débora Água-Doce -
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