30/12/13

Ano novo, vida nova!


No inicio do ano, fazem-se projectos e sonha-se com um futuro melhor. Um novo ano é sinónimo de resoluções e Janeiro representa a ideia de um reinício.

“Este ano vou deixar de fumar”. “Vou emagrecer”. “Vou inscrever-me no ginásio”. “Vou dedicar mais tempo à minha familia”.” Vou cuidar mais de mim”. “Vou fazer uma poupança”. “Vou fazer voluntariado”. “Vou adoptar um animal”. “Vou saltar de pára-quedas”...
São as principais resoluções de passagem de ano, motivadas pela necessidade de fugir à rotina, de querer sentir adrenalina por algo desconhecido e a esperança de que seja um ano risonho repleto de emoções!

Deixo-lhe algumas dicas para que os seus objectivos de ano novo se concretizem:
- Foque-se apenas em 2 ou 3 – Que objectivos podem introduzir alterações positivas na sua vida? Muitos projectos podem levar à dispersão, dificultando o enfoque de energia para o resultado final.
- Questione-se: Os meus objectivos são exequíveis? Ou demasiado ambiciosos? Se os objectivos forem desajustados aos recursos que dispõe, pode estar a entrar numa “ratoeira” que apenas conduzirá a frustração.
- Crie objectivos quantificáveis e concretos, estes garantem a manutenção da motivação e o alcance do sucesso.
- Estes objectivos, realmente são importantes para si? Existem motivos para os querer? São objectivos definidos por si ou formulados a partir do que os outros esperam de si? É muito difícil manter a motivação se não forem mesmo os seus objectivos.
- Elabore um plano para alcançar os seus objectivos, focando-se nas seguintes questões: O que preciso? Que contactos podem ser uteis? Quais são as pessoas que me poderão auxiliar?
- Se possível, divida o seu plano em etapas mais pequenas. É mais fácil cumprir pequenos passos e ir sentido pequenas vitoria, atribua a si mesmo uma pequena recompensa por cada fase que conseguir atingir, é alimento para a sua motivação. Estabeleça metas! Escolha datas para obtenção de resultados, sem datas atribuídas para cada pequena fase do seu plano, o ano acabará por passar e nada será alcançado…
- Comprometa-se consigo próprio – Faça um “contrato”! É importante que o seu plano exista em concreto, de outra forma corre o risco de com o tempo acabar por se esquecer daquilo a que se tinha proposto. Escreva-o e mantenha-o por perto, este exercício, aumenta o seu grau de compromisso.

E se mesmo assim não conseguir?
Não desista!
Reveja os seus objectivos. Eram realmente importantes para si?

Votos de um Bom Ano de 2014!

Débora Água-Doce

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10/12/13

Dia Internacional dos Direitos Humanos



"A expressão "direitos humanos" é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Esses direitos são considerados fundamentais porque sem eles a pessoa humana não consegue existir ou não é capaz de se desenvolver e de participar plenamente da vida. Todos os seres humanos devem ter asseguradas, desde o nascimento, as condições mínimas necessárias para se tornarem úteis à humanidade, como também devem ter a possibilidade de receber os benefícios que a vida em sociedade pode proporcionar. Esse conjunto de condições e de possibilidades associa as características naturais dos seres humanos, a capacidade natural de cada pessoa e os meios de que a pessoa pode valer-se como resultado da organização social. É a esse conjunto que se dá o nome de direitos humanos” (fonte http://www.oei.es/quipu/brasil/ec_direi.pdf)

Temos o direito de decidir ONDE viver.
Temos o direito de decidir COMO viver.
Temos o direito de decidir com O QUE viver.
Temos o direito, mas… Não podemos escolher onde nascer…!
Temos sim, o DEVER de promover os Direitos Humanos dos demais.

De entre os Direitos Humanos estão:
Igualdade?
Segurança?
Lar e Família?
Privacidade?
Vida Independente?
Trabalho?
Educação?
Saúde?
Acessibilidade?
Vida Politica?
Novas atitudes?
Cultura e desporto?

Tem a certeza?
Será?
E será que chega a todos?
Por que se fala de igualdade de direitos?
E as diferenças entre as pessoas e as culturas?
O que é a liberdade das pessoas?
O que pressupõe a dignidade da pessoa humana?

Deixe-nos a sua opinião!
Obrigada!

Débora Água-Doce
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